domingo, 9 de setembro de 2007

A cada um segundo, suas obras

Há os que tatuam cruzes no braço

Mas não conseguem tatuar no coração

Há os que colam o plástico de Jesus no carro
Mas plastificam seus corações.

Há os que lêem bíblias em voz alta
Mas a bondade do coração está muda.

Há os que oram de joelhos
Mas o orgulho reina em pé em seus corações.

Há os que freqüentam templos
Mas não freqüentam a prática do amor.

Há os que louvam os anjos e santos
Mas são surdos para os seus próprios conselhos.


Há os que professam lindas doutrinas
Mas sequer as praticam no próprio lar.


Há os que pregam a humildade
Mas não se dobram diante do irmão de outra ideologia.

Há irmãos que doam valores materiais
Mas não doam a boa ação que transportam.




No entanto,



Há irmãos que não doam nenhum bem material
Mas doam a si próprios.


Há irmãos que vivem no silêncio
Mas seus corações gritam amor.

Há irmãos que são discretos em sua humildade
Mas são gigantes fraternos.


Há irmãos sem cultura e ignorantes
Mas praticam a sabedoria da caridade

Há irmãos que nem conhecem doutrinas religiosas
Mas já são sua própria religião no dia a dia




Há amores e paixões,

abrangência e limitações,
vontade e má fé,
humildade e orgulho...




A cada um segundo suas obras.

Não importa o que a boca fala,
Mas o que o coração pratica.



DALTON



Obrigada Irmão, por nos presentear com este lindo poema, que traduz diversas realidades em nosso cotidiano. Oremos para que os irmãos menos esclarecidos, se engrandeçam na imensidão da compreensão e entendimento do amor fraternal.

Obrigada Magali, por presentear-me com este poema, que nos toca o coração.

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